terça-feira, 17 de abril de 2012

Postagem a pedido de Pedro Costa

Ola, quero compartilhar com todos os que se preocupam com o nosso condomínio o seguinte relato.
Há ceca de 40 dias encontrei um morador que comentou-me seu interesse de trazer para dentro da fase 2 sua empresa que funciona em Porto Alegre. Disse-me que era custoso pegar o 'engarrafamento' das  7:00h chegar ao centro da capital, pagar estacionamento, estrutura de um escritório (aluguel, condomínio, luz, internet e funcionário) e como ele também paga quase a mesmos itens em sua residência nada mais lógico de reduzir seu custo, concordei com ele. Argumentei que também do meu sonho em trazer minha empresa, o que para mim seria uma grande economia, mas esbarro na convenção que fala em uso exclusivamente residencial, além disso, com minha empresa, eu estaria direcionando o serviço de portaria a atender além de meus interesses como morador, também como de empresário causando aumento de pessoal, visto que recebo muitas encomendas (principalmente moto-boys) e traria mais 1 pessoa para trabalhar usando  nosso serviço de Van e que outros moradores que adquiriram seus lotes para morar, arcariam com um novo custo em  seus Doc's, o que não seria  justo. Meio contrariado esse morador contra-argumentou sobre duas empresas que ele conheceria e estariam atuando dentro do condomínio, uma construtora e uma espécie de estética canina, informei-o para que notificasse a administração sobre os locais de atuação das mesmas que estão contra a nossa convenção e ai veio uma resposta que nos diferencia da Áustria "Eu não, pois daí não vou conseguir trazer a minha também". Pediu-me por último, sigilo  nesse assunto, mas como é de interesse de todos e não vou revelar a fonte, nada mais justo de que trazer para o debate mais esse desafio. Obrigado pelo espaço. 
Pedro Costa
r 17

34 comentários:

  1. olha, existem várias empresas atuando aqui e acho um absurdo quem questiona a lavagem de cachorro que beneficia a todos que moram aqui com o seu serviço, acho que aqui atiram pedras contra si mesmo. Exitem muitas empresas aqui e não só duas, mas que não atrapalham em nada apenas atribui uma vida melhor a quem trabalha em casa. Fato esta documentado em reportagens que esta se tornando cada vez mais usual. Devido ao pouco tempo que se tem. As vans vem na mior parte do tempo vazias, tirando horário de maior fluxo, vão continuar andando igual, uma pessoa a mais não prejudicaria em nada, sobre moto, ja entra tanto caminhão aqui dentro o que a moto vai prejudicar... Falta as pessoas se unirem pelo coletivo... mais uma vez digo isto... Tiraram o quiosque das churrasqueiras ao lado das quadras, pois entraram na justiça, cade a amizade, o companheirismo nestas pessoas? O que sei que não da é sair colocando placas de divulgação de empresa aqui, fazer uma poluição visual que vemos nas ruas, nos grandes centros, mas tu atuar o teu escritório em casa é demais... Aqui a árvore do terreno que tu compra não pode ser tirada, pois vai acabar com a natureza, mesmo tu tendo adquirido o terreno pra construir... olha sem comentários...

    Silvia Mahlmann

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    1. Um pouco de pragmatismo na análise: as pessoas, na origem, procuram o condomínio para residir e não para exercer atividade empresarial, tanto o é, que a Convenção estabelecida proíbe estabelecimentos comerciais. Por óbvio que se existem atividades desta natureza no condomínio, tal decorre à margem da Convenção e no vácuo da ineficácia administrativa de sucessivas gestões sindicais e pior, com a nefasta conivência dos síndicos (passados e presente,) se conheceram de tais fatos e nada fizeram ou faz. Mas não há problema algum em desejar mudanças; basta usar os canais competentes para promover discussão madura a respeito do tema e acolher o resultado do entendimento da maioria dos moradores do condomínio por meio do exercício soberano da cidadania, respeitando a Convenção existente. Pragmático assim.

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    2. Com todo o respeito Dona Sílvia, a senhora não entendeu ainda o que se discute.
      Derrubar uma árvore não acaba com a natureza, é obvio, mas devemos lutar pela preservação da natureza. A natureza é patrimonio de todos. As árvores podem ser cortadas ou transplantadas, depende da espécie e depende da autorização da Prefeitura.
      Aconselho que antes de comprar um terreno, o consumidor tenha ciência da LEI, isto é, Legislação Ambiental Vigente.
      Se a senhora desconhece a Lei ou não concorda com ela, aconselho leitura ou tentar mudá-la!!!

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  2. Prezado Pedro,
    É possível sim instalar empresa no condomínio de uso residencial,existe duas possibilidades de retirar o alvará de localização emitida pela prefeitura de Viamão,uma com autorização do sindico, e outra pode tirar sem autorização do sindico, poderem a prefeitura ira emitir um alvará de localização poderem com restrição quanto a utilização de placas de propaganda.
    abraço

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  3. Obrigada Lucas pelo retorno !!! Eu imaginava que fosse possível sim.

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  4. A propósito das reações furibundas, é preciso lembrar que o Regimento é o conjunto de regras, votado (bem ou mal)pela representação majoritária dos moradores, que deve ser obedecido. Qualquer um pode pensar o contrário e, democraticamente, propor mudanças no Regimento. Simplesmente sair fazendo o que bem se entende cai naquele ditado do (saudoso) Millôr: a lei é igual para todos, mas alguns são mais iguais que outros.

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  5. O que foi colocado no texto é sobre empresas dentro de nosso condomínio...

    Na nossa convenção consta que nossas residências são para uso exclusivo unifamiliar conforme artigo 15º letra a.

    Então se alguns moradores, como se sabe, tem empresas, todos poderão ter.

    Mas é só mudar a convenção.

    Aqui existem avon, natura, pizzas, cucas, artesanato, ginástica, ioga, escritório contábil, masoterapeutas, fisioterapeutas, alimentos congelados, psicólogos, veterinários, etc...

    Sendo assim a Marcenaria de um morador que tinha aqui dentro deveria voltar.

    Particularmente nada tenho contra. Apenas sempre seguindo que: se um tem direito, todos deverão ter.

    Pergunto se como professora de pré-escola poderia usar minha casa para auxiliar crianças menores de 06 anos???

    Gilmara – fase 2

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    1. Gilmara e Pedro...acho que tudo e coisa de ter bom censo..,empresas que movilizem pessoas de fora do condominio não me parece apropiado para quem chegou aqui procurando tranquilidade e segurança..,acho correto as vans estarem a serviço de moradores familiares e amigos mantendo o ambiente de vizinhanza entre os usuarios. Acho positivo ter atividades laborais (ou "empresas")que presten serviços aos moradores ,mais que não perturbem com barulhos ou poluição de qualquer tipo (como poderia acontecer com uma marceneria por exemplo)..,conheço tantos moradores que se beneficiam tendo un lugar de confiança que busca e leva seus cachorros para tomar banho, tratam com carinho e não incomodam ninguem. Da mesma forma atividades com crianças num espaço apropiado que não perturbe os vizinhos seria um excelente serviço as familias que tem crianças pequenas.

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    2. Olá Ximena...

      Que bom mantermos contato também por aqui.

      Deixo claro novamente que não sou contra o comércio informal entre os moradores. Até os uso. O meu comentário foi do seguinte: Se tem moradores que querem trazer sua empresa para cá, esta deveria ser analisada para ver se não iria trazer incômodo aos moradores como vários colocaram aqui. Pelo que senti do texto (não sei qual comércio o rapaz iria trazer) e sabendo que tem empresas não iria dizer nada para poder trazer a sua.

      Temos regulamento e regimento e temos de seguí-lo,
      pois se para o amigo pode, para o não amigo também.

      Quanto a barulhos que incomodam os vizinhos nós já os temos, com os próprios moradores principalmente com animais domésticos, li um comentário aqui de uma pessoas que trabalha a noite, precisa dormir de dia e não consegue em função de um vizinho que tem vários cães que ficam latindo o dia inteiro para qualquer movimento na rua. O condomínio cresceu, aqui já não é uma chácara com casas isoladas e todos tem respeitar. Se não há respeito e educação de um com certeza não terá respeito e educação do outro. Não posso obrigar meu vizinho a escutar os barulhos produzidos em minha residência...(salvo claro se for uma festa, uma confraternização)

      Abraços
      Gilmara

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  6. Solicitamos que os comentários sejam assinados para nos mantermos na proposta de transparência e democracia.
    As discussões tem sido importantes e altamente produtivas.
    Agradecemos a participação de todos.
    Grupo MaisCantegril

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  7. Penso que existem empresas e empresas. Claro que não se quer fábricas dentro do condomínio, mas que facilita bastante a nossa vida poder dar banho nos cachorros sem precisar sair para isto, poder fazer yoga, massoterapia, comprar artesanato, roupas, alimentos congelados, etc, etc, ou seja, prestadores de serviço, dentro do condomínio, facilita. Eu por exemplo, quero me aposentar daqui 1 ano e vou montar na minha casa um ateliê de trabalho manuais e eventualmente darei aulas. E por que não? Se tenho espaço para isto e não pretendo botar um outdoor nem um luminoso, nem uma plaquinha sequer, por que não?
    Aquelas lojinhas que estavam sendo construidas em frente a padaria e que foram embargadas, eu particularmente acho uma pena.
    Não pode? Então vamos rever, até as cláusas ditas pétreas de nossa constituição estão sendo mudadas, o importante é não haver radicalismos e se pensar no bem comum.

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  8. Gilmara concordo contigo!!! Se um tem, todos podem ter.. Eu sou publicitária, estou abrindo uma empresa de organização de eventos personalizados e a principio vou trabalhar com o meu computer na minha casa.. até pra reduzir custo no começo. Também não vejo problema nenhum de marceneiros, fisioterapeutas, etc aqui dentro, acho que podemos sim votar com limitações e restrições o uso da residência para efetico trabalho, até porque é uma realidade atualmente, esta mudança.

    Silvia Mahlmann

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  9. Marco Antônio Záchia Ayub17 de abril de 2012 21:45

    Vocês não vêem problema numa marcenaria aqui dentro do condomínio? Sério? Ótimo, vamos mudar a convenção e eu vou montar uma marcenaria aqui dentro. Os caminhões carregados de toras de madeira entrarão e, na saída, irão carregar as inúmeras peças fabricadas, tais como armários, portas, vigas, móveis, etc. (são essas coisa que se fabricam numa marcenaria, certo?). Terei funcionários, claro. O que é bom, afinal, para a economia local: empregos, impostos, etc. Com sorte, meu negócio vai prosperar, com tanta gente simpática e compreensiva que mora aqui. Assim, em pouco tempo vou necessitar de um restaurante (para servir refeições aos meus funcionários). Também um estacionamento, farmácia, supermercados, lojas de conveniência, enfim, tudo aquilo necessário para um bom negócio funcionar e para tornar a vida das pessoas mais "fácil".
    Sendo nossas ruas estreitas e com tanto transito sendo necessário com o progresso do comércio por aqui, precisaremos ampliar as ruas, derrubar mais árvores - se ainda existir alguma até lá - quem sabe um onibus maior e, finalmente, coroando nosso "desenvolvimento", túneis e até um metro... o primeiro de Viamão!!!
    Fantástico!!! Não vejo a hora de abrir uma marcenaria por aqui!!!

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    1. Amigão, a onde se entra nesta fila para tirar Alvara, pois tenho uma ideia muito legal, armar uma tenda na praça para vender bebidas e tira gostos.
      Não vai ser legal?
      Gente, falando serio area comercial é uma coisa, area residencial é outra.
      Não existe maior falta de imaginação do que tentar abrir negocios dentro de um condominio.
      Meus amigos, o clube é para isso.

      Antonio Ribeiro

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  10. Marco Antonio, não sei se teu comentário foi crítico, deboche ou extremista, mas quando falamos em trabalhar em casa, tem limitações, o que todos até agora afirmaram, não abriremos indústria aqui , até porque questão de bom senso e por falta de espaço. A ideia é ter um computador para trabalhar, um tanque que seja e lavar cachorros, um sala pequena e fazer massagens, uma garagem e criar artefatos de artesanato e móveis, ninguém vai andar com toras , pra cima e pra baixo e construir uma fábrica de móveis.. O que não seria muito diferente do que vejo passar na frente da minha casa caminhões com brita, areia, toras, telhas... Sobre montar um restaurante seria uma boa opção, ta faltando comida congelada aqui ... ehehehehe

    Silvia MAhlmann

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  11. Sou contra a essas empresas que dão acesso à estranhos e ao maior fluxo de transito no condomínio, pois moro na Pau Brasil e já é bem complicado o barulho de caminhões e motos por aqui no horário de pico é horrível o barulho, tenho que fechar a casa e sem falar nas surdinas que eliminam um fedor, e quanto a o banho e tosa eu acho que é uma prestadora de serviço útil à todos nós que na sua grande maioria tem cães aqui dentro do condomínio e ia ser um transtorno termos que nos deslocarmos pra levar eles a um outro lugar e sem falar que eles são cuidadosos e de confiança e não trazem cães e pessoas de fora trabalham só com animais daqui e é uma empresa familiar, sem funcionários.
    Sou contra a qualquer tipo de poluição e a ingresso de mais estranhos ao condomínio.

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  12. Existem comentários não identificados para moderação. Solicitamos que os autores os assinem para liberarmos os mesmos.

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  13. Sandra, também sou contra placas de identificação, e pessoas estranhas andando aqui , mas favor de cada um poder trabalhar em casa, estar perto da sua família e ser prestador de serviço ao meio em que vivemos. o Problema é achar a medida das coisas... aqui temos complicadores e extremistas... acabam atirando no próprio pé pra complicar com o todo.

    Silvia MAhlmann

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  14. Extremistas nos tornamos quando acreditamos que nossa opinião é A melhor, A verdadeira, A coerente... mas verdades são muitas e opiniões são diversas. Realmente é preciso achar a medida das coisas, como bem lembra a vizinha Silvia. Para chegarmos a isso é necessário muita discussão, no sentido de manifestação de opiniões, que é ao que se presta este fórum. Também é importante levarmos estas ideias e opiniões para as assembleias para chegarmos a um consenso, no sentido de senso comum (e não bom senso, pois este também é subjetivo). Acho que está mais do que na hora de mudarmos e atualizarmos nossa Convenção. O condomínio mudou, cresceu e novas necessidades surgiram.
    Maria Paula
    A21

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  15. Maria Paula, sou muito aberta a opinião dos outros e não deboche de um assunto que diz respeito a todos... Gosto de ouvir o que cada um pensa sim, até critico quando não aceitam o diferente, como diversas vezes ja vi por aqui. Também acho que certo e errado não existe e que tudo é muito subjetivo, existem vários pontos de vistas sobre um mesmo assunto, onde cada um tem a sua razão. Concordo contigo, temos que rever o estatuto, as coisas mudam, as pessoas mudam e as leis tem que andar junto com isto. Mas temos te ser sérios e coerentes, dentro do assunto e pauta levantados, ninguém falo aqui em indústria e muito menos criar viaduto.

    Silvia MAhlmann

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  16. Silvia, eu não disse que era contra as pessoas trabalharem em suas casas e sim ao ingresso e circulação de pessoas estranhas no condomínio e ao fluxo principalmente de motos e caminhões, pois fazem muito barulhos e ainda tem um mal cheiro horrível.
    Até porque vim morar aqui pensando na segurança e na natureza que é diferenciada de outros condomínios e acredito que esse deva ser o pensamento de quase todos em geral!!!

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  17. Eu, pessoalmente, achei o comentário do vizinho Ayub além de espirituoso, muito ilustrativo, pois demonstra claramente como uma ideia a princípio inocente pode trazer consequências grandiosas se não houver uma análise mais aprofundada... excelente texto!
    Maria Paula.

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  18. Olá Pessoal... Após meu comentário a respeito de empresas dentro de nosso condomínio informo que chegou até meu conhecimento que a marcenaria saiu da fase 2 em função de reclamações a respeito do barulho das máquinas e que ela fazia pequenos trabalhos em madeira. Mas sua saída é meio na contramão...barulho é barulho, seja de marceneiro, motos com canos abertos, cães latindo ou soltos pelo condomínio, carros com som elevado que passam em nossas ruas, festas que vão até as 3 da madrugada com gritos altíssimos na frente das casas.... Na verdade vejo que realmente as pessoas não se preocupam nem respeitam seus vizinhos. Mas os reclamados quando sentem-se incomodados acreditam ter direito maior a sua reclamação.

    O que tentei colocar aqui é o seguinte: Temos convenção e regimento, porque não ele não pode ser seguido e cobrado igualmente para todos?
    Por isso afirmo.: Se um tem direito, todos tem.
    Gilmara - Fase 2

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    1. Pessoal entendo que a questão é polêmica, mas extremamente importante dentro do local em que vivemos.
      A princípio a convenção proíbe qualquer comércio aqui dentro. Temos conhecimento de alguns que são pequenos, familiares e que não incomodam ninguém e até contribuem com a facilidade do atendimento. Apesar de já termos o exemplo de uma firma que contratou funcionário de fora para trabalhar aqui, todos os dias.
      Deveriamos regulamentar o que é possível existir aqui dentro o problema está em limitar o crescimento da empresa no futuro, como impor restrições.
      Como sugestão poderiamos aceitar empresas familiares, sem contratação de funcionários de fora. Que não coloquem faixas e cartazes, não produza poluição sonora, poluição visual e resíduos. Não comercialize com pessoas de fora para evitar o aumento do trânsito de pessoas estranhas no condomínio.

      Lenio Fraga

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  19. Lenio, concordo contigo, falta delimitar o que é possível fazer e o que ta proibido, perturbar com barulhos sonoros, poluição visual, etc.. Até porque, quem ja trabalha não vai deixar de fazer o que faz, pois meia dúzia, depois de muito tempo resolveu achar problema nisso. Temos é que regulamentar o que pode. "Pra não ficar que nem filha proibida fazendo escondido".




    Silvia Mahlmann

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  20. Marco Antonio Záchia Ayub19 de abril de 2012 12:30

    Vamos falar claramente sem distorcer a verdade. São 300 e tantos moradores no CCII; quem trabalha aqui dentro É A MEIA-DÚZIA, e não o contrário como está sendo dito aqui. Mantemos a verdade, certo? Outra coisa, porque a MEIA DÚZIA que já trabalha (ilegalmente) aqui dentro não respeita a convenção que existe, querem mudá-la, para ajustar-se às suas necessidades. Francamente, quem são os radicais, "extremistas", oportunistas nessa história?
    Todos vieram para cá aceitaram legalmente o que está na convenção. Para ajustar interesses pessoais (individualistas), inicia-se um processo pré-fabricado de "necessidade" de adequar a convenção.
    Condomínio residencial com qualidade de vida tem que preservar seu caráter de lugar com harmonia, silencio, limpeza, segurança, natureza, ar puro, água limpa,...
    A hora que começar o comércio aqui dentro, acreditem, não vai mais parar, e aí, meus queridos, isso vai virar uma bagunça, com todos os tipos de problema de uma área comercial. Pensem nisso.

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    1. Carlos Gusatti – N0119 de abril de 2012 14:10

      Reiterando suas palavras, entendo que ajustando a convenção para esta “MEIA DÚZIA” e outros tantos que vierem, mesmo que se estabeleçam critérios, o Condomínio, por sua vez, terá a obrigação de fornecer a infraestrutura adequada para o funcionamento das empresas, ou seja, portarias, entregadores de correspondência e encomendas, fornecimento de mais água, aumentar transporte interno, vigilância armada e etc... etc... etc... Aja um Síndico para dar conta de mais estas tarefas!!!
      Carlos Gusatti – N01

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    2. Por isso acho importante que os serviços prestados sejam de uso exclusivo dos moradores..,assim todos se beneficiam e ninguem se perjudica.

      ximena-fase 2

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  21. Marco Antonio.
    Concordo plenamente, tanto que citei o artigo de nossa convenção.

    É que, como bens sabes, aqui é um tanto difícil pois algumas pessoas consideram-se donas do condomínio.

    Reafirmo: se deixam um, tem de deixar todos.

    Por isso é que os moradores acharam maravilhosa a ultima assembléia. Houve reclamações encima de fatos, criticas a administração encima dos informativos passados aos moradores, solicitações em virtude da falta de resposta. Várias perguntas realizadas e muitas não tinham respostas. Sabemos que não deve ser fácil administrar, por isso temos a convenção e o regimento: é só se segui-lo.

    Dias atrás uma moradora disse-me que eu era oposição...
    E perguntei a ela: o que é ser oposição?

    Que Respondeu: oposição são pessoas que querem desenterrar assuntos, descobrir erros, cavar problemas...

    Respondi apenas que:..tu acha que oposição é cobrar o regimento que as pessoas votaram até a 1 da manhã, querer as coisas certas e transparentes, ver o erro e assumir, querer saber onde meu dinheiro está sendo gasto, querer saber que enquanto eu pago em dia tem moradores que usufruem todo o condominio sem pagar um centavo por anos....?? Fiquei sem resposta.

    Vamos seguir a convenção e o regimento...é somente isso.

    Gilmara fase 2

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  22. Sinceramente por algumas descrições estou vendo a Av. Liberdade da Santa isabel aqui. Como disse a Paula, a discussão é válida para que se delimite o que pode e o que não pode. Alguém falou que para isto existe o clube, mas eu discordo. O clube existe para atividades de lazer embora esteja fornecendo-nos de modo precário, vide piscina este verão. Para isto talvez servisse as construções que foram embargadas em frente a padaria, que pelo que sei seriam pequenas lojas.
    Também não concordo com "a meia dúzia" por que o assunto foi levantado não por quem já tem e sim por quem não vê problema desde que não interfira no quotidiano do condomínio. Há que se pensar, conversar e o senso comum sempre está no meio nem no 8 nem no 80. A prestação de serviço por empresas pequenas é possivel sem que aqui se transforme em um centro comercial.

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  23. Concordo com o Marco Ayub!!!
    Até porque vamos perder o foco com essa discussão, pois
    não resolvemos os problemas na assembléia passada e a próxima que vem ai temos muitos assuntos a serem debatidos
    como a segurança, contas de água e tudo mais.

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  24. Por favor vizinhos, informen-se se em algum
    condomínio é permitido comércio, digo em
    condomínios parecidos com o nosso. Se informem,
    isto não existe só mesmo aqui e pelo que ouvi
    de um vizinho é privilégio de poucos. Moro aqui
    a oito meses e a unica movimentação que vejo é a do
    blog e pelo visto de poucos moradores vejo que os nomes são sempre os mesmos gostaria de respostas do administrador (síndico) .Conversando com um vigia ele
    me comentou que todos leem o blog, então provavelmente o
    síndico também o lê, então nada mais justo que ele se manifeste sobre os assuntos em pauta. Ou será que ele não
    lê o blog ? Duvido !
    Eliseu Menezes

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  25. Pessoal, o problema é sempre o maldito precedente.
    Existem pessoas exercendo atividades comerciais dentro de um Condomínio Residencial com regulamento interno que proíbe tal atividade.
    Regulamento criado e votado por quem? Por nós!
    Marco Antônio está correto!
    Hoje temos algumas empresas atuando sem impacto! Certo! Mas são irregulares. Quem sabe regulamentar? Quem sabe proibir? Não sei!
    Só sei que o precedente vai criando corpo quando temos gestões omissas. E o futuro? Mudaremos o regulamento sempre que alguns poucos tiverem interesses pessoais?
    Mas quem sabe aumentar um pouquinho a estrutura da minha empresa?
    Quem sabe mudar o regimento interno para atender alguns interesses pessoais meus?
    Quem sabe um escritoriozinho?
    Quem sabe mudar o regimento para contratar funcionários?
    Quem sabe um carro da empresa?
    Quem sabe uma frota?
    Quem sabe uma loja?
    Quem sabe um prédio de dez andares?
    Quem sabe tudo isso ao lado do lago da Fase IV?
    Quem sabe mudar o regimento da Fase IV e submeter as outras Fases com essa mobilidade pública decorrente?
    E os passeios?
    E as crianças?
    E o trânsito?
    E as poluições geradas?
    E a estrutura do Condomínio para absorver tanta atividade?
    E a luz? E a água? E a pavimentação? E a manutenção? E a segurança? E a gestão? E o valor de Condomínio? E a paz? E a tranquilidade? E o sossego?
    Mas é só uma plaquinha! Quem sabe um luminoso? Quem sabe vender gás?
    Tudo começa com coisas pequenas até que por falta de cobrança e aplicação do regulamento interno os problemas se agravam. Se o vizinho fez ou tem, por que não posso fazer ou ter? E assim o passivo de problemas só se agrava. É a velha omissão das gestões!
    É só uma bagana! É só uma arvorezinha! É só um saquinho de cimento voando! É só um gambá! É só uma lixeira! É só uma aguinha da máquina de lavar na rede pluvial! É só um degrauzinho entre os lotes! É só uma procuraçãozinha a mais! É só uma porcaria de Assembléia! É só perda de tempo! É só um síndico! É só uma gestão! É só um bloguezinho! É só um ovinho podre! É só um arranhãozinho no carro! É só um tenisinho roubado! É só um lixinho no terreno do vizinho! É só um morador querendo realizar seus sonhos!
    Apenas os sonhos são livres, a realidade impõe regras que atendem aos direitos e deveres de todos.
    Temos por obrigação pensar nessas pequenas e inocentes questões e projetá-las no futuro. A natureza humana é complicada e tende aos abusos.
    Foi isso que buscamos? Foi isso que escolhemos? Foi isso que compramos? Acho que não!!!

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  26. Pessoal...sobre funcionamento de empresas devemos fazer algumas distinções. Para termos uma empresa funcionando temos que providenciar a emissão do Alvará de Funcionamento na Prefeitura. Existem basicamente dois tipos de alvarás: 1) Alvará de Localização - é aquele onde a empresa realmente funcionará, como por exemplo, uma loja, e: 2) Alvará de Ponto de Referência - é aquele onde a empresa utilizará o endereço residencial de um dos sócios ou do titular da empresa individual, apenas como ponto de referência. Este tipo de alvará é freqüentemente utilizado por empresas prestadoras de serviço. Importante: o Ponto de Referência serve apenas para recebimento de cartas ou telefonemas, não poderá haver atividades da empresa no endereço. Como comprovante de endereço são aceitas contas de luz, água, IPTU, telefone, contrato de locação do imóvel, dentre outras. Fonte: SEBRAE/RS
    Particularmente tenho um Alvará Ponto de Referência onde uso o telefone e computador para realizar trabalhos individuais. Quando solicitei o Alvará na Prefeitura ficou claro que para a obtenção desse tipo de Alvará ficava proibido receber clientes em casa (condição). Se querem receber clientes em casa o Alvará deve ser o de Localização e este a Prefeitura não emite para endereços no Condomínio, sabedora do regimento interno.
    Portanto, pelo que entendi, se existem empresas funcionando no Condomínio e fugindo dessas condições, estão irregulares. Ou não tem Alvarás de funcionamento, ou extrapolam as Licenças emitidas pela Prefeitura.

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Obrigado. Grupo MaisCantegril.